no horizonte,
me desmonte.
Rodeada de seres sem valor,
que não recebem,
a energia de seu esplendor.
Que na luz refletida
da alvorada,
a natureza agredida,
exaltava.
Que na luz refletida,
do crepúsculo,
me deixa e eu fico,
lúcido.
Olho para cima
e vejo um relógio.
Quebrado! Para variar,
pois foi assim que gostei,
não vi a hora passar.
A água,
que parecia levitar,
de repente
vinha me abraçar.
Mas não fiquei molhado,
eu fui,
apaziguado.
Agora apaixonado,
pela violenta calma,
fui fisgado,
era um anzol na alma.
Chegou a hora,
de ir embora,
e com demora,
fui,
pensando em voltar!
Lúcio Umpierre
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