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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Realidade vírtuo-realista

A ilusão constrói,
a verdade destrói,
o coração dói,
não suma.
Oh! Pluma,
que ilude,
e não assume,
que fez parte,
da arte,
de um anjo,
malandro,
querubim palhaço,
fez estilhaço,
do eu lírico
um tanto cínico,
de um poeta,
sem metas,
apenas tentando,
e batalhando,
com a vida,
que insiste,
e persiste,
em ser,
para este ser,
irracional,
com alma igual,
a de um fugitivo,
em estado vegetativo,
que apenas pensa,
e dispensa,
quaisquer modos,
que logo,
faça deste amor,
sem calor,
crescer,
sem por que!!

                                                        Lúcio Umpierre

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